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Forense Computacional e Investigação Digital

Exames técnico-científicos em dispositivos, sistemas e ambientes digitais, com cadeia de custódia documentada e metodologia reconhecida internacionalmente.

O mapa do núcleo

Todo dispositivo conta uma história

Onde houver dado, há vestígio; onde há vestígio, há exame possível. O núcleo cobre o espectro completo dos ambientes digitais:

Computadores

Computadores e armazenamento

Desktops, notebooks, servidores, HDs, SSDs e pendrives: dos artefatos do sistema ao conteúdo apagado.

Móveis

Smartphones e tablets

Android e iOS: mensagens, aplicativos, localização, mídias e vínculo do conteúdo ao aparelho.

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Conversas

WhatsApp e aplicativos de mensagem

Autenticidade, integridade e autoria de conversas: do print contestado à extração com hash.

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Embarcados

Câmeras, IoT e sistemas embarcados

DVRs, câmeras IP, rastreadores, sistemas de infotainment veicular, drones, smartwatches e dispositivos conectados: a prova que ninguém lembra que existe, decisiva em acidentes, casos trabalhistas e investigações.

Corporativo

Banco de dados, ERP e redes

Transações, trilhas de auditoria, logs de conexão e acessos em sistemas e infraestruturas corporativas: quem fez o quê, e quando.

Nuvem

Nuvem e redes sociais

E-mail corporativo, armazenamento em nuvem e plataformas sociais, com coleta documentada e lícita.

Frentes de investigação digital
O que se apura
Crimes e fraudesGolpes, invasões e esquemas digitais, do vestígio à autoria
Vazamento de dadosOrigem, extensão e destino da informação que escapou do controle
IncidentesRansomware e fraude por e-mail corporativo (BEC), para seguradora, regulador e litígio
Análise de malwareComportamento, propósito e rastros de programas maliciosos
CriptoativosRastreamento de carteiras, fluxos e exchanges, do vestígio ao pedido de bloqueio
OSINTFontes abertas e redes sociais, com limites éticos e legais declarados
O que garante a prova
AutoriaQuem estava por trás do teclado, demonstrado tecnicamente
PreservaçãoO vestígio congelado no tempo, com hash e cadeia de custódia documentada
CustódiaMídias guardadas em sala-cofre certificada até o desfecho do caso
SanitizaçãoDestruição comprovável e certificada do dado ao fim do ciclo de vida
Due DiligenceAvaliação técnica de sistemas e ativos antes de contratar, comprar ou investir
Onde a demanda mais acontece

Os exames mais requisitados do núcleo

Cada exame de maior demanda tem página própria, com método, alcance e limitações declaradas antes de qualquer contratação.

01

Extração forense de celulares e dispositivos móveis

Extração lógica, de sistema de arquivos ou física de smartphones e tablets (Android e iOS): mensagens, aplicativos, histórico de localização, mídias com metadados, conteúdo apagado e vínculo do conteúdo ao aparelho, com hash e mídia lacrada.

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02

Perícia em WhatsApp e conversas de aplicativos

Autenticidade, integridade e autoria de conversas: por que o print não basta, o que a extração com hash demonstra e como a fraude em capturas de tela é evidenciada tecnicamente.

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03

Forense em computadores e armazenamento

Notebooks, desktops, servidores, HDs, SSDs e pendrives: imagem forense bit a bit, análise de artefatos do sistema, linha do tempo de uso e recuperação de conteúdo, com o original preservado e o trabalho feito sempre sobre cópias.

04

Investigação de fraude e crime digital

Golpes, invasões, desvios e estelionato digital: reconstrução do caminho da fraude, apuração de autoria e materialização das evidências para responsabilização administrativa ou judicial.

05

Investigação de vazamento de dados

Origem, extensão e destino do vazamento: quem acessou, quando, por onde saiu e para onde foi. A base técnica para a resposta ao incidente, a comunicação regulatória e a responsabilização.

06

Recuperação forense de dados

Quando o dispositivo que guarda a prova está danificado, formatado ou apagado: laboratório próprio que recupera o dado e entrega, junto com os arquivos, a cadeia de custódia que os sustenta.

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Do dispositivo à prova: o exame forense computacional
Método

Da identificação ao laudo: o rito que sustenta a prova

Todo exame do núcleo percorre as mesmas cinco etapas, alinhadas à ABNT NBR ISO/IEC 27037 e documentadas do primeiro contato à entrega:

01 · IdentificaçãoReconhecimento dos dispositivos e fontes de dados relevantes ao caso, definição de escopo e priorização do que examinar primeiro
02 · ColetaRecebimento documentado com fotografia, registro de identificadores e lacre; aquisição com bloqueador de escrita, imagem bit a bit ou extração, e hash SHA-256 (ABNT NBR ISO/IEC 27037)
03 · ExameProcessamento e indexação dos dados adquiridos, recuperação de conteúdo apagado e filtragem do que é pertinente ao escopo
04 · AnáliseCorrelação de vestígios, linha do tempo, apuração de autoria e teste de hipóteses concorrentes: a conclusão precisa resistir à explicação alternativa
05 · LaudoMetodologia, ferramentas com versões, achados, limitações declaradas e anexos verificáveis por qualquer das partes

A base normativa é nominal, não decorativa: ABNT NBR ISO/IEC 27037 para identificação, coleta e preservação; NIST SP 800-86 e 800-101 para o processo forense e para dispositivos móveis; RFC 3227 para a ordem de volatilidade; e arts. 158-A a 158-F do CPP para a cadeia de custódia. Cada laudo registra o que foi feito, com o quê e sob qual critério, para que o método possa ser repetido e conferido.

Da mídia ao laudo: as cinco estações do método forense
O laboratório

Estrutura própria, da aquisição à custódia

A perícia digital não se improvisa em um notebook comum. O exame acontece em laboratório dedicado, com ferramental de classe forense:

Aquisição

Bloqueadores de escrita e duplicadores forenses

Coleta e preservação conforme a ISO/IEC 27037: a mídia original é lida sem que um único bit possa ser gravado nela, com o uso de bloqueadores de escrita e duplicadores forenses em hardware, que geram a imagem bit a bit em contêiner forense, com hash calculado durante a própria aquisição. A duplicação é conduzida em equipamento de reconhecimento internacional, com capacidade de processar simultaneamente até 7 unidades NVMe e 4 SATA/SAS na origem, com saída para 2 SATA/SAS e 2 NVMe. Todo exame pericial acontece somente sobre a cópia, denominada imagem forense.

Móveis

Especialista em análise de dispositivos móveis

Extração de dispositivos móveis realizada por quem conhece profundamente a complexidade deste tipo de análise: Adriano Vallim atuou como instrutor da Cellebrite para a América Latina, treinando as equipes de forças de segurança que operam a ferramenta. A mesma experiência serve para executar extrações e para revisar tecnicamente extrações feitas por terceiros.

Análise

Estações dedicadas de processamento

Servidores de análise separados das estações de aquisição, com capacidade para indexar e correlacionar grandes volumes: em casos com múltiplos aparelhos ou dados volumosos, os dados são correlacionados para revelar vínculos e identificar todos os rastros.

Custódia

Sala-cofre certificada

Após a coleta e a indexação forense, as mídias que contêm a preservação aguardam em sala-cofre conforme ABNT NBR 15247 / EN 1047-2 até o desfecho do caso, com acesso restrito e monitoramento contínuo.

O ciclo completo da evidência

Preservar, custodiar e, no fim, sanitizar

A prova digital não termina no laudo. Ela precisa nascer preservada, viver custodiada e, quando o caso se encerra, morrer com segurança. Poucos peritos cuidam do ciclo inteiro; aqui, ele é parte do método.

Preservação

A evidência nasce protegida

Bloqueadores de escrita, imagem forense bit a bit realizada por hardware utilizado internacionalmente por forças da lei, hash calculado na coleta e conferido na verificação. O original é lacrado e armazenado em sala-cofre; todo exame acontece sobre cópias fiéis.

Custódia

Mídias guardadas em sala-cofre

As mídias sob custódia são armazenadas em sala-cofre certificada conforme normas do setor (ABNT NBR 15247 / EN 1047-2): proteção contra fogo, água, gases e campos eletromagnéticos, climatização controlada, acesso restrito e monitoramento contínuo. A evidência espera o processo em segurança de nível bancário.

Sanitização

O fim de vida seguro da mídia

Quase nenhum perito oferece, e toda empresa precisa: sanitização forense certificada de mídias e dispositivos, com métodos reconhecidos e certificado de destruição. O dado que precisa deixar de existir, deixa de existir de forma comprovável, em conformidade com a LGPD.

Custódia de mídias: da coleta à sala-cofre
Limitações declaradas

O que a forense computacional não promete

A honestidade técnica faz parte do método. Antes de qualquer contratação, vale saber:

Casos realizados
CASO ANONIMIZADO

Extração e análise forense de dispositivo móvel em investigação criminal de alta complexidade

Análise de dispositivo móvel com recuperação de dados de aplicativos, reconstrução de linha do tempo e laudo com mais de 300 páginas em 45 dias.

CASO PÚBLICO

Comentários em entrevistas televisivas sobre apreensão de dispositivos em investigações federais

Participação em Jornal da Record e Band explicando ao público o processo técnico de extração forense.

Dúvidas frequentes deste núcleo
O que é possível extrair de um celular?
Depende do modelo, do sistema e do estado do aparelho, mas o alcance costuma surpreender: mensagens (inclusive de aplicativos), histórico de localização, fotos com metadados, registros de chamadas, dados de aplicativos e, em muitos cenários, conteúdo apagado. A avaliação de viabilidade indica o que o seu caso permite. O exame tem página própria →
Print de WhatsApp serve como prova?
Um print é a fotografia de uma tela, não a conversa: pode ser aceito quando não impugnado, mas é forjável em minutos e o STJ já considerou inadmissíveis prints produzidos sem metodologia técnica. Quando a conversa importa para o caso, a extração forense com hash é o caminho que resiste à impugnação. O tema tem página própria →
Dados apagados podem ser recuperados?
Muitas vezes sim, mas não sempre: a recuperação depende de o espaço não ter sido sobrescrito e das proteções do sistema. O exame declara com franqueza o que foi recuperado, o que não foi e por quê.
Como se demonstra que a prova não foi alterada?
Com o rito forense completo: bloqueadores de escrita, geração de imagem forense (cópia bit a bit), cálculo de hash na coleta e na verificação, e cadeia de custódia documentada do primeiro contato à entrega do laudo. O trabalho é feito sempre sobre cópias; o original permanece preservado e lacrado.
É possível periciar e-mail corporativo e sistemas em nuvem?
Sim, mediante acesso legítimo e autorização adequada, com coleta documentada e escopo definido. A licitude da obtenção é parte do exame: prova mal colhida nasce contaminada.
A empresa pode periciar o computador de um funcionário?
Equipamentos corporativos podem ser examinados dentro dos limites da política de uso da empresa e da lei. O trabalho caminha lado a lado com o jurídico para que a prova produzida seja utilizável, e não um passivo.
Qual a diferença entre laudo e parecer técnico?
O laudo é o documento do perito que examina diretamente o vestígio e responde quesitos; o parecer técnico é a manifestação do assistente sobre trabalho alheio, típica de quem precisa impugnar ou corroborar um laudo já produzido nos autos. Os dois formatos são atendidos; a escolha depende do momento processual do caso.
Quanto custa uma perícia digital?
Não há tabela pública porque não há dois casos iguais. Os honorários se formam por critérios objetivos: número de dispositivos e volume de dados, complexidade técnica do exame, prazos processuais, diligências e a eventual sustentação em audiência. O fluxo protege o contratante: avaliação de viabilidade sem custo, diagnóstico e proposta com escopo, prazo e valor fechados por escrito antes de qualquer execução.
Quanto tempo leva uma perícia digital?
A aquisição costuma ser questão de horas; a análise depende do volume de dados e do escopo, de dias a semanas. A avaliação inicial define cronograma por marcos, e casos com prazo processual apertado recebem triagem priorizada do que decide o caso.

Consulte também

Extração Forense de Celulares →   Perícia em WhatsApp e Conversas →   Recuperação Forense de Dados →   Documentoscopia Digital →   Laudos e Pareceres →

O vestígio digital do seu caso precisa de método

Quanto antes a evidência for preservada, mais ela sustenta. A avaliação de viabilidade indica o exame adequado, o alcance esperado e as limitações, antes de qualquer contratação.

Consulta confidencial
Casos representativos

O nível de trabalho que você contrata

Antes de decidir, vale ver o que já passou por este laboratório: casos descritos sem identificar as partes, no formato desafio, método e resultado.

Ver todos os casos representativos →

A prova técnica de que seu caso precisa. A autoridade que o juízo respeita.

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