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A reportagem mostra como estelionatários exploram a fragilidade de pessoas com mais de 60 anos, com relatos de vítimas do golpe do saque na porta do banco, do bilhete premiado, do falso processo judicial e do falso parente em apuros. Os dados citados apontam que idosos respondem por parcela expressiva dos estelionatos registrados e que a demora em perceber a fraude dificulta a investigação. O perito em crimes digitais detalha a dinâmica do golpe do cartão, em que o criminoso observa a vítima durante uma compra, obtém a senha e depois liga pedindo a inutilização e a retirada do cartão.