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A reportagem revela que dados pessoais e bancários de milhões de moradores de São Paulo estariam à venda em redes ocultas da internet, com anúncio que menciona acesso a painéis internos da Polícia Civil paulista, e-mails institucionais, registros fiscais, transações, antecedentes criminais e imagens faciais. Polícia Civil e Prodesp negaram invasão ou comprometimento de suas bases. O especialista explica como esse conjunto de informações potencializa golpes ao permitir que o criminoso já aborde a vítima sabendo banco, endereço, renda, profissão e composição familiar, e defende que organizações e órgãos públicos mantenham ferramentas de monitoramento de vazamento de dados.