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A matéria trata do uso da biometria facial no desbloqueio de celulares, no acesso a aplicativos bancários e no controle de entrada em prédios e empresas, e do caso de uma quadrilha do Distrito Federal que recorreu a inteligência artificial para invadir mais de 500 contas bancárias. São apresentadas orientações como evitar o envio de selfies a desconhecidos, restringir videochamadas a contatos de confiança e combinar a biometria com senhas ou tokens. O especialista descreve o método mais comum, em que o criminoso induz a vítima a uma videochamada e depois reutiliza a gravação para autenticar serviços, e comenta a cobrança sobre as empresas quanto à análise de padrão comportamental nas transações.