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Reportagem sobre a adulteração de IMEI em celulares roubados e furtados, com quase 12 milhões de registros bloqueados no Brasil e programas desenvolvidos na China que permitem trocar o código e recolocar os aparelhos em funcionamento, alimentando o comércio na região da Santa Efigênia, em São Paulo. O especialista em segurança de tecnologia explica que o bloqueio deixa de ser eficaz porque o sistema não reconhece o número substituído, e que os criminosos costumam estar à frente das autoridades. A matéria aponta que a Anatel admite a existência de 1,4 milhão de aparelhos com IMEI inválido ou adulterado e que a mudança depende também do comportamento do consumidor.