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O advogado domina o direito.
O perito comprova os fatos.

Você domina a tese e sabe o valor que a prova técnica tem para ela. O que falta a muitas bancas é o perito ao lado: quem sustenta o argumento jurídico com o fato demonstrado e conduz a perícia a favor do resultado.

Para quem · 1 de 5
A tese e os fatos

Você domina o direito. Quem responde pelos fatos técnicos?

Quando a disputa é decidida pela prova técnica, a melhor tese jurídica fica refém do laudo. O perito do juízo é imparcial, mas trabalha sobrecarregado, sem obrigação de explorar os pontos que favorecem o seu cliente. Sem contraditório técnico qualificado, o laudo oficial tende a transitar como verdade absoluta.

O assistente técnico de confiança inverte essa assimetria: formula os quesitos que dirigem a perícia para onde a sua tese precisa, acompanha cada ato do perito nomeado, identifica falhas de método e de cadeia de custódia, e produz o parecer divergente que fundamenta impugnações e recursos.

O custo de não ter
  • Quesitos genéricos produzem respostas genéricas: a prova nasce sem objeto
  • Laudo adverso sem impugnação técnica vira fato incontroverso nos autos
  • Falhas de cadeia de custódia passam despercebidas e a nulidade não é arguida
  • A parte contrária com assistente técnico dita o vocabulário do processo
  • Em audiência, ninguém da sua banca sustenta o contraponto técnico

Quesito ruim não tem resposta boa

A qualidade da perícia judicial se decide antes de ela começar: na formulação dos quesitos. É ali que a assistência técnica de confiança começa a ganhar o caso.

Consulta confidencial

O erro comum

Quesito sem análise técnica é risco, não estratégia

Um erro cada vez mais frequente: contratar o assistente técnico apenas para formular quesitos. O profissional entrega os quesitos, mas não estudou o caso nem analisou as evidências. O resultado, com frequência, é o quesito que prejudica o próprio cliente.

Redigir quesitos, por si só, qualquer um faz, inclusive uma inteligência artificial. Sem a análise pericial da evidência, a chance de erro é grande, e o advogado coloca o processo em risco ao confiar em quem formula sem examinar.

Lado a lado com o jurídico

O assistente técnico fortalece a tese, não só responde perguntas

O trabalho é conjunto: o assistente técnico traz os elementos, fortalece a tese do advogado e orienta sobre os riscos e as falhas do processo técnico. Inclusive o mais delicado deles: a prova que o próprio cliente possui e que pode prejudicá-lo.

O advogado precisa receber essa informação antes do juízo, e decidir com clareza o que deve e o que não deve entrar nos autos.

Antes da ação

O maior grau de sucesso: contratar antes de propor a ação

É na fase anterior à propositura que a assistência técnica rende mais. A pré-perícia examina todas as evidências que sustentarão o processo, mapeia pontos fortes e fracos e responde à pergunta que evita prejuízo: a ação vale a pena? Não raro, a análise revela provas que o cliente desconhecia, já prontas para a fase de produção.

E há o movimento mais poderoso: apresentar, já com a petição inicial, um laudo técnico-pericial que demonstra tudo o que a peça jurídica alega. O juízo recebe a peça técnica desde o primeiro dia; quando a fase de perícia chega, ela já está nos autos. Não há indução de erro do perito do juízo: resta a ele verificar e constatar que o parecer técnico apresentado diz a verdade.

O que a pré-perícia entrega
  • Análise de todas as evidências antes de irem aos autos
  • Mapa de pontos fortes e pontos fracos do caso
  • Avaliação técnica de viabilidade: a ação vale a pena?
  • Descoberta de provas que o cliente desconhecia
  • Laudo técnico-pericial para instruir a petição inicial
A peça decisiva: prova técnica na estratégia processual
A conta que ninguém mostra

Quanto vale a hora da perícia que decide o seu caso?

Quando a parte é beneficiária de justiça gratuita, os honorários do perito nomeado saem da tabela do próprio tribunal ou, na falta dela, da tabela do CNJ (Resolução 232/2016), que vai de R$ 170 a R$ 870 por laudo, reajustada anualmente pelo IPCA-E. O juiz pode ultrapassar esse teto em até cinco vezes, de forma fundamentada. Para um exame que consome 20, 30 ou mais horas de trabalho técnico, mesmo o teto reajustado significa poucas dezenas de reais por hora.

Como referência de mercado, o regulamento de honorários do IBAPE-SP (2025) fixa a hora técnica básica de perícia em R$ 625,00, com acréscimos para profissionais experientes e casos complexos, e a tabela de honorários médios da APEPAR (2025) aponta na mesma direção. A distância entre uma coisa e outra não é um detalhe: é da ordem de vinte vezes.

A consequência é aritmética, não é defeito de ninguém: ainda que tenha a intenção de fazer o trabalho minucioso, o profissional nomeado nessas condições não tem como dedicar ao caso as dezenas de horas que um exame profundo exige. O resultado recorrente são laudos simplificados, em que os pontos que favoreceriam a sua tese ficam sem exploração.

E o risco recai justamente sobre a parte que não arcou com a perícia: se o laudo simplificado conclui contra ela, mesmo quando ela tem razão, a verdade do processo passa a ser o que está escrito nele. A impugnação assinada apenas pelo patrono raramente reverte o quadro, porque aos olhos do juízo o advogado é, por definição, o interessado: sua manifestação técnica chega filtrada pela presunção de parcialidade, enquanto o perito judicial fala com a confiança de auxiliar imparcial do juízo. O mesmo argumento técnico vale pouco em petição de advogado e vale muito assinado por um perito.

É essa dupla assimetria, de horas e de credibilidade, que o perito atuando como assistente técnico corrige: contratado pela parte, com honorários à altura do trabalho, ele dedica ao caso as horas que a tabela pública não comporta e leva ao processo uma voz com o mesmo estatuto técnico da do perito nomeado, nos quesitos, nas diligências e no parecer que aprofunda o que o laudo deixou raso. Em disputa relevante, a pergunta não é se essa dedicação faz diferença; é qual lado da mesa vai tê-la.

O prazo processual está próximo?

São 15 dias da intimação da nomeação para indicar o perito atuando como assistente técnico e apresentar quesitos (CPC, art. 465, § 1º), e a janela não reabre. Casos com prazo em curso têm prioridade: primeira resposta em até 1 hora, em horário comercial.

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Preparação

O que preparar antes da primeira reunião

Fase preliminar

A ação ainda não foi proposta

O melhor cenário para a perícia. Traga as evidências disponíveis e o objetivo estratégico: a pré-perícia orienta a construção da ação desde a origem.

Processo em curso

Ação em andamento ou em execução

Apresente a íntegra dos autos. É a análise do processo, do que já foi produzido e do que ainda cabe, que define os próximos caminhos técnicos.

Material gratuito

Guia do Assistente Técnico (PDF)

Prazos do CPC em tabela, checklist de preservação da prova digital e as regras de ouro dos quesitos. Baixe e use no próximo caso.

  • Resumo do caso e partes envolvidas
  • Lista de dispositivos, sistemas e evidências
  • Prazos processuais próximos
  • Cópia do laudo adverso (se houver)
  • Quesitos já formulados (se houver)
  • Objetivo estratégico da perícia
Formas de atuação

Do quesito à impugnação, em qualquer fase do processo

Assistência técnica

Acompanhamento dos trabalhos do perito do juízo, em defesa dos interesses técnicos do cliente.

Formulação de quesitos

Consultoria técnica na fase pré-pericial. Quesitos bem construídos são o principal fator de qualidade de uma perícia judicial.

Parecer técnico

Opinião técnica independente, para instruir a ação ou subsidiar a decisão de litigar.

Impugnação de laudo

Análise crítica do laudo adverso: método, cadeia de custódia, fundamentação e conclusões.

Investigação e auditoria

Apuração técnica de fraudes, desvios e incidentes, com evidências utilizáveis em juízo.

Mentoria

Orientação técnica continuada para equipes jurídicas que lidam com prova digital.

Cronograma típico
1 a 3 horasReunião de entendimento do caso
até 3 dias úteisAnálise dos autos: estudo do processo e das evidências apresentadas pelos advogados
após o estudoEnvio da proposta técnica e comercial
no aceiteInício imediato das atividades
15 a 45 diasEntrega do laudo em casos convencionais (pré-processual); casos de grande complexidade: 30 a 90 dias
prazo do juízoEmissão de parecer técnico para processo em andamento, dentro do prazo estabelecido
sob demandaAcompanhamento de diligência pericial judicial
sob demandaAcompanhamento de diligência em autoridade policial
sob demandaAcompanhamento para despachar com magistrado
sob demandaAssistência técnica processual
Honorários

Precificação por caso, com proposta técnica detalhada. Modalidades: honorários fixos, por hora técnica ou sucumbenciais. A consulta inicial de viabilidade é sem custo.

Enviar o caso para análise de viabilidade

Proposta técnica: método antes do preço
Casos reais

Situações como a sua já passaram pelo laboratório

Alguns desses casos estão relatados de forma anonimizada e com o sigilo integralmente preservado. Talvez você se reconheça em um deles.

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A advocacia coberta. Veja como a perícia atende as empresas.

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A prova técnica pode definir a tese. Antes do próximo prazo.

Consulta confidencial e sem custo sobre a viabilidade da prova no seu caso. Sigilo profissional desde o primeiro contato.
Consulta confidencial