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Entrevista ao vivo sobre o papel da perícia de celulares em uma investigação criminal de grande repercussão, em que a análise de aparelhos apreendidos revelou monitoramento da vítima desde meses antes do crime. Adriano Vallim, perito em crimes digitais e instrutor da Cellebrite para a América Latina, explica como funciona a extração forense, os prazos de processamento conforme o volume de dados, a recuperação de arquivos apagados e a construção da linha do tempo e da árvore de vínculos entre investigados. Ele destaca ainda que os dados extraídos são gravados em mídia somente leitura e lacrada, o que impede inserção ou supressão de provas e protege também o investigado.