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A reportagem acompanha o caso de uma servidora que teve os dados usados por uma estelionatária durante quatro anos, com abertura de oito contas bancárias, empréstimos e até a apresentação da criminosa como autora em processos judiciais. A vítima descobriu uma audiência virtual em que a golpista se passava por ela e a desmascarou ao vivo. O especialista em crimes digitais afirma que a imagem e os metadados registrados pela plataforma de videoconferência permitiriam o rastreio da conexão e a geolocalização do dispositivo usado pela fraudadora.