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Vídeo técnico que demonstra a impossibilidade de utilizar fotografias de tela ou capturas de imagem como meio de prova sem coleta e preservação forense das evidências digitais. Usando o sistema de pregão eletrônico de um banco como cenário, são alteradas em tempo real informações de melhor proposta, valor de lance e horário de recebimento, e em seguida a tela é fotografada, mostrando que os metadados da imagem não permitem verificar se houve edição prévia. Os procedimentos são realizados e narrados pelo perito Adriano Vallim, que associa a situação à teoria dos frutos da árvore envenenada.